
... por onde tens andado? Por que não me manda mais notícias, por que sumiste?
Passou a novidade e eu fiquei sem graça pra ti?
Arranjaste novas companhias? Desinteressastes?
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Não, mesmo, minha alma corajosa.
Tu nunca saistes de mim.
muitas e muitas vezes, escrevi no coração... escrevi na cabeça. Escrevi sem escrever. Sempre esteves aqui. Nunca saí de ti.
É que chegou a vida, sua grande onda de dores e decepções... sua grande onda de rotina e deveres. Eu era um monge no alto da minha montanha. E agora, consigo? Consigo?
Contigo, consigo.
Já te disse: estou condenada a ser livre.
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