terça-feira, 27 de março de 2012

Sumiço


... por onde tens andado? Por que não me manda mais notícias, por que sumiste?

Passou a novidade e eu fiquei sem graça pra ti?

Arranjaste novas companhias? Desinteressastes?

***********************************************************************************************

Não, mesmo, minha alma corajosa.

Tu nunca saistes de mim.

muitas e muitas vezes, escrevi no coração... escrevi na cabeça. Escrevi sem escrever. Sempre esteves aqui. Nunca saí de ti.

É que chegou a vida, sua grande onda de dores e decepções... sua grande onda de rotina e deveres. Eu era um monge no alto da minha montanha. E agora, consigo? Consigo?

Contigo, consigo.

Já te disse: estou condenada a ser livre.


Nenhum comentário:

Postar um comentário